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O Nordeste
Julho de 1946, página 22 · 20 trechos transcritos
Manchetes desta página
- Guilhermina colhe flores no bosque, vagueia sonhando e pensa em carta recebida. Carta traduzia a indignação. Montjoie confessa amor.
- Montjoie passa dignamente, cumprimentando-a com nobreza. Guilhermina: 'São horas, Montjoie!'
- A marquesa, sentada contente em cadeira de braços, folheia livro. Desejo que separem-se os marquês, juntemos amigos.
- Lionel e Guilhermina: 'A vida será diferente? Dize...'
- Lionel: 'Amo-a! Acreditar... Adoro-a! Amo-a... e sou feliz.'
- Guilhermina: 'Então, visto levaram esposas, o senhor vai levar a mim?'
- Guilhermina: 'Ouça... Havia em nós uma dúvida quase invencível... não podia impedir-me de partir. Ousaria acreditar...'
- Lionel: 'A prova ficará... A fortuna é indispensável.'
- Música. Ambiente. O marquês e a marquesa Montjoie estão em casa.
- Campos: 'Então, vai tomando gosto às lições, é? Tem encontrado dificuldade, compreendo.'
- Pernambuco tem chovido bastante e lembrei, então, enviar aulas.
- Capote Raglan: Demonstração de molde.
- Guilhermina: 'Sabes o que penso? Está terminada a prova.'
- Lionel: 'Amada!'
- Guilhermina: 'E penso... Amamo-nos, não é verdade? Seríamos felizes na distante Patagônia.'
- Lionel: 'Meu querido tesouro.'
- Maria Ipojuca: 'Vamos ver: desconto da bainha.'
- Arranjos: Tania diz que 'omelete' acha prato indigesto.
- Lionel: 'Não, não!'
- Lionel: 'Amor!'