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Correio do Ceará
Julho de 1922, página 47 · 13 trechos transcritos
Manchetes desta página
- Levante militar dia 5: Ministro explica acontecimentos, reduzindo a proporções legítimas. Não houve levante, houve insubordinações pessoais.
- Capitão Barbosa Monteiro, pálido, foi covarde e barbaramente assassinado.
- A Escola Realengo, vítima de intrigas políticas e indisciplina do comandante, portou-se com singular bravura.
- Prisioneiros: 600 alunos da Escola Militar e forte Vigia capitulou.
- Capitão Bentes lamenta que a praça de guerra tenha se comprometido com os acontecimentos.
- Capital da República voltou, anteontem, à cidade.
- Sublevação de alunos: A mocidade militar deixa-se levar por impulsos inconsi derados.
- Coronel Xavier Brito declara vir assumir o comando da Escola Militar.
- Rapaziada acquiesceu à sublevação; faltava, porém, o comandante.
- O capitão Barbosa Monteiro tombou morto após ser alvejado pelo coronel Xavier Brito.
- Governo esperava os acontecimentos; a madrugada não colheu o governo imprevisto.
- Presidente da República foi informado sobre preparativo de movimento subversivo.
Anúncios, notas e expediente
- Nota social Edital: Capitania do Porto convida herdeiros de Manoel Ferreira de Moura e Francisco Pereira Nascimento a comparecerem.