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Correio do Ceará

Abril de 1975, página 306 · 30 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • WASHINGTON — Uno de energia Esfados Unidos caiu 2,2 conto 1974, aumento constante duos dé- *. dados aâo Burcnu Unas, . EUA. c foram divulgados semana passada Secretário Interior, Rogem C. B. Morton.
  • A demunda aquecimento, luz c força, • teilns formas, exigiu energia equivalente n 73 121 trilhões unidades termais britânicas I (BTU) cm 1971. uo passo 1073 nú- moro chegou a 74.743, Morton.
  • Secretário observou fatos concorreram paru a diminuição: embargo órabc petróleo, preços elevados, recesso econômico, esforços dc conservação sucedidos, c inverno rclallvamcntc brnndo.
  • Trata-se da redução de 1952, observou Secretário Interior. Acrescentou uso de energia norte-americanos aumentou em índice médio anual de 4,1 por cento de 1960 a 1973.
  • Estou satisfeito — e gratificado — com o declínio. Espero ver o início de uma tendência.
  • Esforços para compensar a escassez e aumentar a produção interna de energia poderão ser eficientemente suplementados por medidas destinadas a reduzir o consumo.
  • Burcau de Minas: consumo total de energia em 1974 caiu nos principais setores, a queda — 3,4 por cento — registrada no setor de transportes.
  • O uso de combustível para jatos caiu 5,9 por cento em relação a 1973, e a gasolina baixou 2,1 por cento.
  • O consumo de energia declinou para todas as fontes, a de energia hidráulica e a nuclear aumentaram 1,8 e 32,1 por cento, respectivamente.
  • O consumo de carvão betuminoso caiu 2,9 por cento, produtos de petróleo baixou 3,7 por cento, o uso de gás natural declinou 2,1 por cento.
  • As importações de combustíveis baixaram em 1974, em relação ao ano anterior.
  • As importações foram responsáveis por 16 por cento do total bruto de consumo de energia do país.
  • As importações de petróleo cru aumentaram 7,2 por cento, elevando-se a 1,27 milhão de barris, causa da supressão do embargo do Oriente Médio.
  • As importações de produtos de petróleo caíram 12 por cento, para 967,3 milhões de barris.
  • As importações de gás natural não se alteraram, ficando em 940 bilhões de pés cúbicos.
  • O petróleo (incluindo gás natural líquido) atendeu a 45,8 por cento das necessidades totais de energia do país em 1974, comparados a 46,6 por cento em 1973.
  • O gás natural veio em segundo lugar, com 30,4 por cento; inalterado em relação a 1973.
  • Carvão betuminoso e linhita somaram 17,8 por cento, comparados a 17,6 por cento em 1973, seguidos pela energia hidráulica (4,2 por cento), energia nuclear (1,6 por cento) e antracite (0,2 por cento).
  • A produção de carvão betuminoso e linhita subiu 1,4 por cento em 1974, em relação a 1973, atingindo 600 milhões de toneladas, apesar da greve de mineiros de 12 de novembro a 5 de dezembro.
  • A produção de petróleo cru baixou 4,5 por cento, para 3,2 bilhões de barris, e a produção comercializada de gás natural reduziu-se em 3,3 por cento, para 21,0 trilhões de pés cúbicos.
  • Em tentativa de conservar petróleo e gás natural, o Governo norte-americano encorajou a utilização de carvão, onde fosse possível.
  • Como resultado, o carvão aumentou sua participação no mercado de produção de eletricidade, de 64,0 por cento em 1973 para 56,1 por cento em 1974, embora o total de combustível fóssil na produção de energia tenha caído 3,2 por cento.
  • O consumo de energia per capita caiu 2,8 por cento, para 346 milhões de BTU, refletindo em última análise a redução geral do uso de energia ocorrida nos Estados Unidos.
  • A proporção do uso de energia em relação ao produto nacional bruto (PNB) foi em média de 80.000 BTU por dólar, ligeiramente inferior a 1973, continuando a tendência iniciada em 1971.
  • A tendência indica que a economia norte-americana está utilizando energia de modo mais eficiente para criar PNB, o que não está necessariamente relacionado à eficiência de uso de energia em termos físicos ou termodinâmicos, frisou o Departamento Interior.

Anúncios, notas e expediente

  • Telegrama EUA UTILIZAM ENERGIA 1974 20 ANOS USO CRESCENTE
  • Anúncio TOALETE PORTÁTIL WASHINGTON — Firma de Illinois, EUA, criou linha de toaletes eficientes, higiênicas e sem odor, que não requerem uso de água ou energia.
  • Anúncio Os toaletes são usados nos EUA em parques, locais de construção, áreas de recreação e instalações onde o uso de água é impraticável.
  • Anúncio A única exigência permanente para o uso destes toaletes é a ventilação.
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