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Correio do Ceará

Maio de 1976, página 152 · 10 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • MARIDO ESTÁ FICANDO ANJINHO: Até ponto feministas estão influindo no lar conjugal?
  • Ouvimos a mulher moderna: "Sou feminista e me tornei... disse adeus ao marido que era machão inveterado."
  • Compreendi o feminismo é grande coisa. A continuar assim, estaria a servir o marido fosse paralítico, doente ou mal levasse o garfo à boca.
  • Nossas amigas tiveram experiências semelhantes com seus maridos.
  • Homens cozinheiros remontam à idade média, maridos cozinheiros são recentíssima.
  • Não espalham roupa suja em casa e compreendem as queixas femininas (olha, não sou escrava).
  • O trabalho doméstico custa fadiga; o trabalho doméstico não é missão; o trabalho doméstico dura 14 a 16 horas, não dura 7 a 8 horas.
  • Vivemos num país "mamista", é, um fenômeno que consiste em criar o neo-nato até que aprenda a caminhar sozinho e, em seguida, passá-lo à mãe jovem, a esposa.
  • Estimulando a mulher a lutar pela conquista de seus direitos, o feminismo obrigou-a também a pensar: o que fazer com a liberdade sexual se os homens querem virgens?
  • A liberdade que pediram é a do trabalho doméstico, dizendo: "Ajudemos". Assim, vai acabando o reino da dona de casa.
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