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O Nordeste

Setembro de 1922, página 35 · 13 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • O Centenário da Propagação da Fé Festejamos este ano o centenário da Obra da Propagação da Fé. O padre Beateman, missionário lazarista, publicou a este propósito um longo artigo, do qual extraímos alguns tópicos. Delas tirarão proveito, queremos crer, os que sempre se interessaram pela conversão dos infiéis. Outros, que até agora nenhuma atenção a isso dispensaram — seja por negligência ou ignorância — esforçar-se-ão, talvez, por contribuir, de agora em diante, para a obra eminentemente caritativa da Propagação da Fé. «Faz cem anos, no dia 3 de Maio de 1622 que por empreendimento de uma moça de 20 anos, Paulina Jaricot, foi estabelecida em Lyon essa importante associação. Poderia ela prever, essa humilde jovem, quando insuflava sua ideia generosa entre as operárias de seu pai, quando, timidamente, enviava ao Seminário das Missões Estrangeiras sua primeira coleta de 2000 francos, que seu gesto ia ser compreendido, seguido, e que sua ideia delicada iria, no universo inteiro, provocar tão entusiásticos imitadores? Neste aniversário devemos nos regozijar pelas vitórias do passado; podemos prever um glorioso futuro. Sim, regozijemo-nos pelos 20 milhões de almas que durante este século, entraram no seio da Igreja! Regozijemo-nos pelos escravos que esta obra sublime resgatou, pelos famintos que ela alimentou, pelos doentes que tratou, pelos corações que expandiu e pelas inteligências, nas quais ela lançou a divina semente!... Alegremo-nos, sim, alegremo-nos até pelo sangue derramado! «Em toda a parte, dizia Napoleão, os cristãos sucumbem, e em toda parte são eles que triunfam!» Quantos caíram ensanguentados nestes cem anos? Quantos foram prostrados pela peste, a lepra, as febres, o cólera? Eu não saberei dizer. Os que tiveram a insigne honra do martírio, terror de sua humanidade e anseio de seu amor, podem ainda, após dezessete séculos, repetir ao mundo as palavras de Tertuliano: «É preciso crer em testemunhas que se fazem degolar». Eis o passado! E o futuro? A raça dos apóstolos não se extinguiu ainda. Haverá sempre esses jovens sublimes, que se irão, valentes semeadores de palavras, audaciosos, desinteressados, infatigáveis caçadores de almas, errantes imortais, levar o «verbo de Deus» aos confins do mundo. E vós também, católicos, nossos irmãos, é preciso que sejais mais numerosos ainda, mais convictos, e mais empreendedores que no passado! Sustentar, com vossas orações, vossos sacrifícios e vossas esmolas, os que lutam na linha da frente. Por isso que não somos anjos, mas homens submissos às necessidades materiais e enquanto o dinheiro for o «nervo da guerra», haverá sempre uma íntima correlação entre a conversão das almas e os recursos pecuniários. Não se trata de nós! Trata-se das crianças, trata-se das almas... Não se chega facilmente às almas, em missão sobretudo, sem passar pelos corpos! Ah! Quanto não poderíamos fazer se as nações cristãs nos ajudassem mais! Eis os excertos do padre Beateman, respigados do importante diário católico de Paris — «La Croix». Resta-nos apenas acrescentar que, em nosso Estado, representa a Obra da Propagação da Fé o reverendíssimo padre Pedro Zinguerlé, vice-reitor do Seminário Arquidiocesano, que recebe donativos para a empresa de cristianização dos infiéis, trabalho hercúleo e proveitosíssimo em que se empenham os heroicos continuadores da missão dos apóstolos.
  • Primeiro aniversário da sagração do exmo. sr. Bispo de Pelotas Hoje decorre a data do primeiro aniversário da sagração episcopal do exmo. sr. Dom Joaquim Ferreira de Mello, preclaro Bispo de Pelotas. O distinto Prelado receberá, por certo, altas demonstrações de apreço dos seus amados diocesanos que nele veem um abnegado apóstolo do Bem e da Verdade. Os proveitos espirituais obtidos no curto espaço de tempo de sua administração, revelam as insignes qualidades de Pastor do eminente prelado. O movimento religioso na sua Diocese está consideravelmente intensificado, graças à ação decidida desse ilustre cearense que possui ao par de grandes virtudes, qualidades exímias de escritor. A sua pastoral de saudação aos seus diocesanos é vazada em estilo primoroso, verdadeiramente ático. *O Nordeste* saúda o ilustre Chefe da Igreja Pelotense, desejando a Sua Excelência constantes e largas prosperidades.
  • Festa escolar Soleneizando a data comemorativa do centenário da independência política de nossa Pátria, realizou-se animada festa na Escola Pública do arraial Glória, regida pela inteligente e zelosa professora D. Julia Dutra da Silveira. Presente o Inspetor escolar do 4º Distrito e crescido número de famílias, juraram bandeira 80 alunos, que, em seguida, entoaram o entusiástico hino por Olavo Bilac consagrado ao Pavilhão Brasileiro. A aluna Maria José de Oliveira recitou uma poesia dedicada à Bandeira Nacional; Antonieta Cunha e Raimunda Cândida de Oliveira interpretaram inteligentemente um belo diálogo sobre o descobrimento da América; Alda Pires recitou versos a propósito da Independência, seguindo-se recitativos pelas alunas Maria Selva da Cunha, Clarisse Paixão, Lúcia Nogueira, Elza Bedê, Esther de Lima, Noema Vieira e Noemi de Oliveira. Ao inspetor escolar foi oferecido lindo ramalhete de flores naturais. Foi uma festa que, não obstante modesta, deixou em quantos a ela assistiram a mais grata impressão.
  • Revista do Instituto do Ceará Com a nossa mesa de trabalho o volumoso tomo XXXIV da «Revista Trimestral do Instituto do Ceará», publicação valiosíssima que se edita sob a competente direção do nosso eminente mestre e devotado amigo, Dr. Barão de Studart. É uma edição vultuosa, em homenagem ao Centenário da Independência da nossa querida Pátria. No Ceará, onde as empresas literárias são, em geral, abandonadas de todo estímulo, esta todavia, numa longa existência, tem afirmado a sua vitalidade fecunda, admirável e pujante. Dr. Barão de Studart Este milagre é devido, incontestavelmente, aos esforços e à dedicação indefessa do Dr. Barão de Studart, um dos homens de maior mérito do cenário intelectual do país. Dizemo-lo com a convicção segura do que afirmamos e em homenagem aos grandes e inestimáveis serviços prestados à nossa amada terra pelo erudito e abnegado historiógrafo patrício. Nenhum Estado tem a sua crônica mais bem organizada, devido à inteligência e operosidade reconhecidas de um grupo de cearenses de valor, a cuja frente se destaca o emérito e venerando escritor. Ainda agora, nas páginas da «Revista do Instituto», a propósito da qual escrevemos estas breves linhas, lemos com muita satisfação o preito hipotecado pelo Dr. Rocha Pombo ao merecimento do ilustre historiógrafo cearense. Ficamos deveras contentes com a justiça feita pelo consagrado historiador nacional ao exmo. sr. Dr. Barão de Studart. Rocha Pombo assevera que, entre os que se dedicam às pesquisas de coisas do passado, conhece «um que a todos excede pela consciência e pelo fanatismo com que tem consagrado toda a sua vida à obra da nossa história». Refere-se ao ínclito cearense, cujo arquivo é a maior riqueza literária que a nossa terra possui. Somos solidários, inteiramente, com Rocha Pombo nestes conceitos tão legítimos e certos. Damos, abaixo, com os nossos agradecimentos, o quadro das matérias de que trata o presente número da «Revista», repositório brilhante de verdadeiras preciosidades históricas: Presidentes do Ceará. Segundo Reinado. Coronel Joaquim Mendes da Cruz Guimarães. Pelo Dr. Cruz Abreu. D. Antônio Filipe Camarão. Por J. C. Fernandes Pinheiro. Questão Suprema. Pelo Dr. Antônio Theodorico da Costa. Ouvidoria e Ouvidores do Ceará. Pelo Barão de Studart. Em Altitude de Culto. Pelo Dr. Rocha Pombo. Trechos de cartas do Jesuíta Padre João Antônio Andreoni, escritas nas Cartas Anuais de 1714-16-21. O padre Mororó e seus julgadores perante a História. Pelo Dr. Eusébio de Sousa. Jornais do Ceará publicados em 1921. Pelo Barão de Studart. Provisão relativa a José de Barroso Leite. Efemérides cearenses. Pelo Barão de Studart. Documentos para a História do Brasil e especialmente a do Ceará. 1638 a 1693. Coleção Studart. 7 de Setembro ou 12 de Outubro? Pelo Dr. Manuel Sátiro. Cearenses presidentes da província do Ceará. Pelo Barão de Studart. Primazias do Vale do Jaguaribe. Pelo Dr. Eusébio de Sousa. General Antônio de Sampaio. Apontamentos. Notas históricas da cidade de Sobral. Pelo Padre Fortunato Linhares. O Brasil holandês. Pelo Padre J. B. Hafkemeyer. Documentos do tempo da Independência. Coleção Studart. A comissão de Luís Rod. Chaves a Pernambuco. Um trecho da vida do senador Alencar. O comércio brasileiro na segunda metade do século 18. Pelo Padre I. B. Hafkemeyer. Rearborização do Ceará. Pelo Dr. Raimundo Ribeiro. Relação dos principais cearenses representantes do Ceará na Vida Política do Império do Brasil. Pelo Dr. Escragnolle Dória. Resenha de Cartas, plantas e mapas do Ceará. Século XX. Pelo Barão de Studart. Estrangeiros e Ceará. Pelo Barão de Studart. Quanto valiam em 1734 no Ceará cem cabeças de gado vacum. O capitão-mor Pedro da Rocha Franco e sua prole. Por José Henriques. Em redor de um livro. Pelo Padre J. B. Hafkemeyer. Cearenses elevados ao sólio episcopal. Pelo Barão de Studart. Apontamentos Históricos das capelas da paróquia de Canindé. Por Frei Cyrillo de Bergamo. Quem era o Marquês de Aracati. Pelo Dr. Eusébio de Sousa. Conselho Geral da Província do Ceará. Pelo Barão de Studart. População do Ceará. Recenseamento de 1920. Livros, cartas, etc., recebidas pelo Instituto do Ceará. Relação dos sócios efetivos, honorários e correspondentes do Instituto. Relação dos sócios falecidos do Instituto. Lista das associações e estabelecimentos nacionais e estrangeiros em relações com o Instituto do Ceará.
  • Repressão à Imoralidade Mais uma vez recorremos à Polícia, clamando repressão à imoralidade, com que gente sem honra e sem compostura desrespeita o são decoro público. Distinto cavalheiro trouxe-nos o pedido de que clamássemos, junto às autoridades, pela providência que se impõe, no sentido de impedir que mulheres de vida airada tomem banho no Pajeú, em pleno dia, ofendendo a moralidade e afrontando a dignidade das famílias. Anteontem, na travessa do Pocinho, entre as ruas Senna Madureira e do Sampaio, duas dessas infelizes banhavam-se absolutamente despidas, e a dirigir pilhérias a quem transitava pela referida travessa. Ao pé da cerca vários meninos e algumas pessoas que não se prezam assistiam à tamanha indecência. Pedimos ao nosso ilustre amigo, Dr. Abílio Martins, chefe de polícia, que como digno pai de família que é, sabe pesar muito bem a gravidade desses atentados ignóbeis à moral pública, que tome as medidas severas que tal torpeza reclama, para que se não repitam atos tão deponentes e que são um ludíbrio à sociedade e à nossa terra. Um «cupom» de bonde vale um real. Guarde-o para os pobres da Sociedade Vicentina.
  • Higiene bucal da infância Entre as crianças atacadas de cárie dentária, encontram-se: a) aquelas sem recursos econômicos para seu tratamento, em clínicas particulares; b) outras, vítimas da falsa noção de seus pais sobre a cronologia da erupção e a extrema conveniência do tratamento dos órgãos dentários provisórios. c) finalmente, aquelas que são vítimas, simplesmente, da incúria de seus ascendentes. A profilaxia dentária infantil objetivando essas três categorias de crianças, evidencia a necessidade de subdividir-se o serviço do saneamento bucal em duas ordens de cuidados: a) inspeção; b) tratamento. A simples iniciativa do primeiro serviço, isto é, a inspeção dentária obrigatória, nas escolas ou em qualquer coletividade de meninos, traria incalculáveis benefícios para a população infantil. O serviço de inspeção acarreta o levantamento da ficha individual de cada menino, ficha esquemática, em que se representam todos os órgãos dentários do portador e em que ficam assinaladas todas as lesões, porventura existentes, de cárie. Compreende-se a utilidade da ficha dentária para as crianças que se enquadram nas alíneas b) e c), isto é, aquelas que têm recursos econômicos, porém que são vítimas da incúria ou da falsa noção de seus pais, relativamente aos seus órgãos dentários. É claro que o serviço de tratamento gratuito, reservado aos meninos pobres, não deve ser proporcionado aos que dispõem de recursos. Em uma iniciativa particular beneficente, semelhante prodigalidade correria em detrimento dos necessitados e seria lesiva dos interesses profissionais. O simples trabalho de inspeção, gratuito para toda a população infantil, advertiria os pais, fornecendo-lhes um verdadeiro boletim das arcadas dentárias de seus filhos, notificando-lhes o estado de seus dentes. É de crer, nenhum deles persistiria em descurá-los. Advertidas do perigo, a cada um cumpriria, sem perda de tempo, encaminhá-los ao cirurgião-dentista da família, para os devidos cuidados. Porque, é de justiça mencionar, entre os que se podem tratar e não se tratam, a maioria é daqueles que são culpados por falta de noção exata do assunto. Muitos pais não sabem distinguir um dente permanente de um temporário. E, porque eles possuem a crença errônea de que os temporários não precisam tratar-se, quase sempre o primeiro grosso molar (dente dos seis anos) órgão permanente, é sacrificado porque o tomam como dente de leite. Ora, esse órgão dentário, que faz sua erupção, simultaneamente, com a queda do primeiro incisivo temporário, é de estrutura muito precária e, às vezes, ao aflorar na fibromucosa, já está cariado. Outro erro a combater é esse de abandonar, à cárie, os dentes temporários. Sem aludir, novamente, aos sofrimentos da criança, durante a destruição de seus dentes de leite, referimo-nos, apenas, à necessidade da conservação desses órgãos, que, além de servirem para a mastigação, guardam, nos maxilares, o espaço destinado aos permanentes. Não se pode avaliar as perturbações que resultam da extração prematura dos dentes de leite e os acidentes locais que ela pode ocasionar. Entre estes, basta citar um, irremediável: vir o folículo do órgão permanente, entre as radículas, ainda íntegras, do temporário, extraído antes da reabsorção radicular. Nos maxilares, o alvéolo existe por causa do dente. Extraído este, aquele desaparece, mediante uma rarefação dos bordos e arestas e uma condensação nas cavidades alveolares. Se o folículo permanente ficou, na intimidade do osso, a reossificação do bordo alveolar, resultante da extração prematura, retarda, se não impossibilita a evolução do novo dente. Diante do que ali fica, que não é metade do que pode ocorrer, vê-se que o dente de leite é tão dente como o outro. Ele merece o maior cuidado e a natureza, por si mesma, fá-lo-á cair quando sua presença não for mais necessária. A ficha dentária despertaria o cuidado paterno e, com isto, já teríamos feito alguma coisa. No caso das crianças pobres, é que a inspeção, isolada do tratamento gratuito, nada representa de proveitoso. Aqui é o caso de adotar-se a crítica do professor MAURICE ROY: «Une inspection est à peu près sans valeur, si elle n'est pas suivie d'action. L'inspection de 106.000 bouches sans les traiter, ne vaut pas le traitement de 100 bouches.» Demócrito Rocha
  • Organização do exército O sr. ministro da guerra, em aviso de 24 de junho do corrente ano, expediu ordens no sentido de terem organização as seguintes unidades: Na primeira zona militar: 2º grupo de artilharia de montanha, 2º batalhão de engenharia, 18º batalhão de caçadores, 11º Regimento de cavalaria independente, 6º batalhão de engenharia, companhias mistas de metralhadoras dos batalhões de caçadores, a saber: 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 16º, 17º, 16º, 19º, 20º, 21º, 22º, 23º, 24º, 25º, 26º, 27º, 26º e 29º. Na segunda zona militar: Terão organização em maio do ano vindouro as unidades seguintes: 1º, 2º e 1º batalhões de infantaria montada; terceiro batalhão dos 7º, 8º e 9º regimentos de infantaria; as companhias mistas dos 7º, 8º, 9º, 10º, 13º, 14º e 15º batalhões de caçadores; 1º e 4º regimentos de cavalaria independente e 2º esquadrão de trem.
  • Fatos e algarismos A festa escolar do Parque da Independência, ao lado de todo o esplendor que teve, veio também mostrar o progresso lento, porém seguro que entre nós tem tido a Instrução pública. Não hão de ser os artigos de jornais que convençam o público. Já tão descrente de promessas e programas bonitos. São necessários fatos que demonstrem de modo insofismável que o «Máximo Problema» tem merecido entre nós a maior atenção e que é necessário mesmo para o Brasil ser o problema inadiável. Em artigo do mês de julho o «O Jornal» do Rio publicou uma estatística das despesas feitas pelos Estados com o ensino, assim distribuídas, relativamente à receita: Distrito Federal 20%; Santa Catarina, 18%; São Paulo e Ceará, 17%, decrescendo. Bala até Pernambuco com 5%, e Bahia com 3%, donde se verifica que este grande Estado Nordestino, com cerca de 3 milhões de habitantes e mais de [...] mil contos de receita, gasta com sua ma[...]

Anúncios, notas e expediente

  • Anúncio Vegetal (Composto) Do Rio de Janeiro. [...], como tosse, bronquites, asma, coqueluche, catarro.
  • Expediente Nordeste Pátria minha, diamante lapidado por tantos cultores da eloquência, da história, da poesia e da arte, Deus te faça cada vez mais lúcido no diadema do universal convívio. CARDEAL ARCOVERDE. N. 216 Redação: Drs. Andrade Furtado e José Martins Rodrigues Administração: A. Ildefonso de Araújo Ano I Fortaleza — Segunda-feira, 18 de Setembro de 1922
  • Anúncio Zebu [...] de gado Zebu no Triângulo Mineiro. Criadores em Uberaba, [...] lote de esplêndidos [...] pela Junta Veterinária. [...] são sócios contribuintes. [...] e Gir acima mencionadas: [...] 1.250 quilos [...] 16 [...] 800 a 18 quilos litros [...] 60 a 90 quilos, produz no mínimo de 14 a 17 arrobas. [...] das vacas cruzadas. Em alguns casos, já têm crias, o que não acontece com as vacas que não têm desenvolvimento. [...] deixam de produzir comum até a idade de [...], enquanto que o gado [...] poderá obter coberturas anuais. [...] gado é necessário não [...] ou descendentes destas. [...] enquanto da raça comum poderá perder apenas cinco climas, especialmente ao verde, como as cabras, muito apropriada para os [...]. Não acontece com os [...]. Damos aqui um ligeiro [...]. [...] 10$ 13:500$000 [...] pela diferença [...] 2:700$000 [...] 10$ 800$000 [...] 353$555 Bondade nos dois anos comum e bem assim. Poderá o pretendente dirigir-se a [...].
  • Nota social Quantas vezes, à vista de uma messe fácil e que por falta de recursos não se pode conseguir, o apóstolo exclama, quase desanimado: Ah! se soubessem! Esse «lá» aqui somos nós! Mas para que interrogar o futuro? O passado nos garante. Jesus nos assistirá com sua graça.
  • Nota social Selos & Cupons A mimosa pequenina Maria Luísa, filhinha do sr. Euclides A. Pereira e de D. Edith Pereira, festejando, hoje, por entre a alegria e carinhos de sua extremosa família, o primeiro aniversário de seu nascimento, enviou-nos 12.600 cupons de bonde, para o Instituto de Proteção e Assistência à Infância. Damos os nossos parabéns à pequenita, com votos pela sua constante felicidade. A interessante e gentil menina Maria Violeta de Castro Lima ofereceu-nos 12.000 cupons para a Associação das Senhoras de Caridade, em regozijo pela sua primeira comunhão.
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