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O Nordeste

Fevereiro de 1931, página 63 · 20 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • Congresso Nacional: Reconhecimentos escandalosos em 1912
  • Pernambuco: Eleição de Affonso Costa, João Elísio, Julio Mello e Estacio Coimbra, mas degolados
  • Augusto Freitas e João Mangabeira foram passados na faca, mas eleitos
  • Irineu Machado demonstrou que estava eleito, mas foi depurado
  • Thomas Rodrigues, eleito e diplomado, foi excluído para entrada de Fontenelle
  • Conselheiro Maciel foi decapitado para dar entrada a Victor Britto
  • Goiaz: Edmundo Sócrates eleito e diplomado, mas degolado por Carlos Peixoto
  • Carlos Peixoto, Irineu Machado combateram o escândalo da votação
  • Bancadas mineira, gaúcha e fluminense votaram unanimemente no esbulho monstruoso
  • Paulino Sousa, eleito e diplomado, foi degolado por emenda
  • Erico Coelho e Teixeira Brandão queriam Nilo Peçanha; escândalo consumado com 62 votos contra 58
  • Carlos Garcia, eleito e diplomado em São Paulo, foi purado e substituído por Raul Cardo
  • Pará: Degolamento cruel de Passos Miranda, Justiniano Serpa e Aarão Reis, substituídos por Serzedello Corrêa, Rogério Miranda e Antonio Bastos
  • Pinheiro Machado aceitou anulações e mandou aprovar atas falsas
  • Bueno Andrade e Sarmento demonstraram a impossibilidade do escândalo
  • Reconhecimento no 1º distrito da capital: Bittencourt Silva e Pereira Braga foram chamados pela Junta
  • Bittencourt Filho, eleito e reconhecido, foi decapitado pela Junta Apuradora
  • Pereira Braga, ninguém contestou seu diploma, mas foi excluído por emenda
  • Floriano Britto perguntou se iriam eleger 5 deputados para o Distrito Federal
  • Carlos Peixoto disse que não taxaria de ingênuo discutir o parecer eleitoral
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