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O Nordeste, fevereiro de 1934, página 15

O Nordeste · 14 trechos transcritos

Manchetes desta página

  • A LUTA NO CHACO BOREAL: A intransigência paraguaia face à boa vontade boliviana
  • Eng. ANTHONY PATRIC — Enviado Especial “Chicago Tribune” e “Diários Associados”
  • RECIFE, PERNAMBUCO, Janeiro 1934 — Novamente o Continente Sul-Americano tem de fazer face às exigências e às intransigências da República do Paraguai.
  • A trégua no Chaco Boreal, tão eloquentemente solicitada por Assunção, foi francamente negada pelo governo paraguaio.
  • O povo guarani, animado e entusiasmado com os “triunfos” de dezembro último, considera a situação do exército no Chaco como plenamente vitoriosa.
  • General Estigarribia ergueu-se paladino da guerra, alegando falta de segurança para as tropas.
  • Telegrama do general Estigarribia ao presidente da República do Paraguai, negando apoio à prorrogação do armistício.
  • O drama iniciado em junho de 1932, com o assalto paraguaio ao Fortim Marechal Cruz, vem se desenrolando horrivelmente.
  • Não podemos compreender como um exército “vitorioso” possa temer a segurança do “front”.
  • O Paraguai “vencedor” pretende demonstrar que foi premeditadamente atacado pela Bolívia.
  • Violações do armistício pelo Paraguai: Muñoz, Platanillos e Estero.
  • Ministro da Guerra do Paraguai anuncia: “Ocupámos os fortins bolivianos Platanillos, Bolivar e Loa”.

Anúncios, notas e expediente

  • Anúncio Lojas SANSÃO: Grande sortimento de joias, relógios, ótica e objetos para presentes.
  • Expediente Expediente: Rua Cel. Guilherme Rocha, 80
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Como citar

O NORDESTE. Fortaleza, fev. 1934. Imagem 15 da digitalização do mês. Acervo digital do Portal da História do Ceará. Disponível em: https://historiadoceara.com.br/edicao/85461-o-nordeste-fevereiro-1934. Acesso em: data da consulta.